Olhando aqui, tenho seis rascunhos no blogger, estou há alguns meses tentando escrever algo e nunca consegui, a uma grande chance desse texto ir para o rascunho. A real é que tenho procrastinado muito em relação a escrever aqui, por mais que me faça bem.
Sendo mais objetivo, estou faz algum tempo pensando sobre frustrações, e o motivo dessas levarem a supostas "depressões", e talvez "depressões" seja até um termo exagerado, talvez "pensativo demais" seja o termo mais coerente. E tenho pensado o motivo dessas frustrações sem muito sentido que vejo em mim e em outras pessoas, acabo sempre chegando em uma conclusão, que tudo isso a maior parte das vezes é desnecessário. Ok, vamos aos motivos.
Cada vez mais as cobranças são maiores em relação a estudos, trabalho, relacionamentos entre outras coisas que já sabemos, e muito vem acontecendo nos últimos anos, automaticamente você quer absorver tudo isso ao mesmo tempo, se adaptar talvez a tudo isso para não se sentir atrás. Vejo isso não só como um perfil meu, mas de várias outros jovens, e não creio que seja apenas uma das justificativas da famosa "crise dos vinte e poucos anos", é algo mais que isso, talvez uma cultura nova que está nascendo entre os jovens. Nos estressamos com mais facilidade, ou nós jovens estamos ficando chatos. Talvez. Em relação as frustrações, é dada por isso, criar expectativas novas a cada momento em questão de tudo que acontece a sua volta, e quando não concluímos esses objetivos, nos frustramos, nos culpamos, nos martirizamos, por algo que as vezes não tem muita justificativa.
Qual é o ponto onde você determina que você esta deixando de viver sua vida em paz, com seu trabalho, com seu tempo, com seus momentos e relacionamentos, para arriscar em objetivos incertos, e que vão te levar a frustrações? Realmente devemos seguir esse ritmo e que tudo acontece? E se devemos, qual o limite disso? É realmente necessária uma mudança ou é algo imposto por nós mesmos?
Frustrações
LET ME SEE YOUR WAR FACE!
Full Metal Jacket - 1987
This entry was posted on terça-feira, 17 de junho de 2014. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0. You can leave a response.

Percebo pelo menos que, cada segundo que você passa desconectado da internet ou sem contato com alguém, sem troca de qualquer informação, soa como tempo perdido, como se a vida estivesse passando, todos estivessem vivendo e você não está sabendo de nada. Acho que informação em tempo real é extremamente viciante. Todos nós já estamos viciados. Temo mesmo pela geração que está por vir.
ResponderExcluirAnsiedade é a palavra pra maioria dessas coisas, o que não pode é deixar chegar no ponto, com remédio, etc...
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